George R.R. Martin no cinema.

O site Deadline anunciou que a Syfy Films  acaba de comprar os direitos de adaptação para o cinema de Wild Cards, série de ficção científica e super-heróis editada por George R.R. Martin – autor do best-seller, e hoje série de sucesso da HBO, A Guerra dos Tronos.

A série  de quadrinhos Wild cards escrita por  George R.R. Martin o autor de Crônicas de Gelo e Fogo gira em torno de um acidente com um vírus letal em 1946.

O vírus é capaz de reescrever o DNA humano causando inúmeras transformações.

Como tudo gira em torno das cartas do baralho diz-se que a maioria das pessoas (90%) tira a dama de espadas ou seja, morre instantaneamente de formas horríveis. Algumas entram em combustão, outros viram do avesso ou simplesmente derretem.

Alguns tiram o coringa, sofrendo mutações como um nariz que se transforma em uma massa de tentáculos ou a moça que fica com  a camada externa da pela totalmente transparente mostrando seus orgãos externos.

Mas muito poucos tiram um Ás se tornando super heróis nos moldes tradicionais.

A séria é muito original e realista sendo que os personagens tem tanto problemas para enfrentar uma ameaça alienígena quando as dificuldades de ter contas a pagar.

Detalhes interessantes: grande parte das idéias da série surgiram em partidas de RPG, mestradas pelo George R. R. Martin, o mesmo autor da série “Crônicas de Gelo e Fogo” pela Editora Leya!

Ilustrações de Game Of Thrones

Ás descrições dos locais nas Crônicas de Gelo e Fogo são tão ricas que fica fácil criar imagens mentais desses lugares.

Mas o ilustrador Ted Nasmith, responsável por um calendário com vários castelos dá história, trouxe aos nossos olhos lindas imagens, de vários  locais de Westeros .

Castelo Negro

Castelo Negro

Pedra do Dragão

Pedra do Dragão

Atalaia Leste

Atalaia Leste

Harrenhal

Harrenhal

Pyke

Pyke

A Fortaleza Vermelha na Cidade do Rei

A Fortaleza Vermelha na Cidade do Rei

Ás Gemeas

Ás Gemeas

Winterfell

Winterfell

A longa noite

Os outros

Os outros

A longa noite foi um periodo terrível em que uma escuridão sem igual caiu sobre Westeros e durou anos juntamente a um também longo inverno.

Gerações nasceram e morreram sem nunca ter visto a luz do dia.

Em meio a essa escuridão surgiram os outros montados em cavalos descarnados e aranhas brancas como a neve matando e devorando tudo  a sua frente.

Além disso tem o poder de ressussitar os mortos  para lutarem seu exercito.

A única esperança para os homens foi quando se descobriu que eles poderiam ser mortos por armas feitas de Vidro de Dragão (Obsidiana é um tipo de vidro vulcânico, formado quando o magma solidifica rapidamente).

O heroi que liderou os Filhos da Floresta e os primeiros homens para vitória foi Azor AHAI portador da Luminífera (uma espada de fogo mortal para os outros), empurrando os atacantes de volta para as “terras do sempre inverno”.

Após isso Bram “O Contrutor” construiu a Muralha e a fortaleza de Winterfell sendo depois nomeado o primeiro rei do norte.

Velha Ama contando Histórias sobre a Longa noite a Bram:

“O que você sabe sobre o medo criança?
O medo é para o inverno.
Quando a neve cai de uma centena de metros de profundidade.
O medo é para a noite.
Quando os caminhantes brancos se movem através do bosque.
Quando o sol se esconde há anos, e as crianças nascem
e vivem e morrem, todos na escuridão.
Que é o tempo para o medo, meu senhor. ”


fonte: A Longa noite

A patrulha da noite

Desde de que Brandrom “O construtor“ criou a parede de gelo que se estende por 300 kilometros chamada “A Muralha“ houve a nescessidade de recrutas para defender a civilização dos perigos existentes outro lado e eles foram chamados de “A patrulha da noite”.

A Patrulha da noite

A Patrulha da noite

A tempos atrás esse grupo era respeitável e poderoso ocupando 19 castelos ao longo da Muralha, formando um poderoso exército. Mas hoje eles ocupam apenas 3 castelos (Castelo Negro, Torre Sombria e Atalaia leste). Isso se deu principalmente pela descrença da população em geral nos Outros  e por um período longo sem combates ou possíveis perigos vindos do outro lado.

Hoje a Patrulha se vê obrigada a recrutar criminosos e órfãos para poder suprir seu contingente .

A estrutura

A Patrulhas tem regras rígidas sendo que um membro não pode possuir ou deve abrir mão de terras, esposa filhos ou qualquer títulos familiares e também adotam o celibato(sendo que essa última regra não é levada severamente em conta sendo que muitos homens da patrulha frequentam bordeis próximos ás fortificações). Uma vez que façam seus votos e digam ás palavras do juramento qualquer um que deixar a patrulha é considarado desertor.

Agora que você já sabe um pouco mais faça o juramento e junte-se a eles (Westeros vai precisar).

Jon Snow

Jon Snow

Juramento da Patrulha da noite: “A noite chega, e agora começa a minha vigia. Não terminará até a minha morte. Não tomarei esposa, não possuirei terras, não gerarei filhos. Não usarei coroas e não conquistarei glórias. Viverei e morrerei no meu posto. Sou a espada na escuridão. Sou o vigilante nas muralhas. Sou o fogo que arde contra o frio, a luz que traz consigo a alvorada, a trombeta que acorda os que dormem, o escudo que defende os reinos dos homens. Dou a minha vida e a minha honra à Patrulha da Noite, por esta noite e por todas as noites que estão para vir.”

A Muralha

A muralha é uma fortificação colossal que se estende por 300 quilômetros ao longo da fronteira norte dos Sete Reinos.

A Muralha

A Muralha

Foi contruida por Bram “O construtor“ um membro da Família Stark da Era dos heróis.

Possui 800 metros de altura, feita de gelo sólido e diz-se que foi construida com força humana e mágia.

Sua principal função é defender a civilização de Westeros dos Caminhantes Branco (Os outros)  e todas ás outras criaturas lendárias como os gigantes que vivem do outro lado da Muralha.

Ela é defendida e conservada pela Patrulha da Noite , e possui vários castelos ao longo de sua extensão, mas a sua grande maioria se encontra vazio de patrulheiros. Pois a muito a Patrulha da noite deixou de receber novos recrutas vindo de Famílias nobres evoluntários para ser o refúgio de muitos ladrões, estupradores, caçadores furtivos e órfãos.

A Patrulha da noite

A Patrulha da noite

Entrevista sensacional do R. R. Martin na NYMag

Fonte: http://www.gameofthronesbr.com
Por Ana Carol Alves de

Pra quem é muito muito fã da série e rato de internet já sabe que essa entrevista já saiu há uma semana. Trata-se de um longo papo que os caras da NYMag bateram com o GRRM, assim que ele chegou em casa depois da turnê de divulgação de A Dance with Dragons (leia a matéria em inglês aqui).Demoramos pra postar ela por falta de tempo, mas se você quer saber como anda a produção do próximo livros d’As Crônicas, o envolvimento do autor  na próxima temporada de Game of Thrones e muitos, muitos, muitos comentários legais sobre os livros, não deixe de ler a entrevista a seguir, que traduzimos com muito carinho especialmente pra vocês! Prepare-se para uma longa leitura. E fique atento aos spoilers, quando eles surgirem no texto, avisamos vocês. Vamos lá?

Qual é o seu envolvimento na segunda temporada de Game of Thrones?

Escrevi o 9º episódio, “Blackwater”. A série está sendo filmada na Irlanda do Norte agora, adoraria estar lá para ver, mas tenho outras coisas pendentes.
Que atores trouxeram algo de novo e surpreendente para seus personagens, acrescentando novas características que não estavam necessariamente lá quando você as criou?

Acho que, de um modo geral, temos um elenco espetacular; os nossos diretores de elenco fizeram um trabalho fantástico. Certamente que o Peter Dinklage fez um trabalho fantástico com o Tyrion, que é um dos meus personagens preferidos nos livros. Nem fizemos uma audição para o Peter. Sempre falamos nele para o papel. O mesmo aconteceu com o Sean Bean – apesar de termos feito algumas audições para o papel – mas sempre quisemos o Sean e ele foi incrível.

Outro grupo que merece uma menção especial são as crianças – é muito difícil escolher crianças. As nossas tiveram que suportar um peso dramático muito grande – precisávamos de jovens atores realmente bons. Conseguimos três incríveis.

Qual é a sua maior preocupação em relação à série, à medida que a história se aprofunda?
Certamente temos desafios pela frente, e à medida que a série avança os desafios serão maiores. Queria escrever um livro tão grande como a minha imaginação. O David [Benioff] e o Dan [Weiss] estão perante o desafio de como transpor esta coisa complexa, com um elenco de centenas de pessoas e castelos gigantes e dragões e muralhas de gelo – desafios de produção importantes que aumentam a cada livro. Acho que um dos maiores desafios são os orçamentos e o tempo das gravações. Tivemos dez horas para a primeira temporada e o mesmo para a segunda. O Boardwalk Empire tem doze, o Treme tem doze – se tivéssemos tido mais duas horas poderíamos ter contado muito mais da história. O Storm of Swords [terceiro livro] é enorme e terá de ser partido em duas temporadas, penso eu. Mas o David e o Dan são excelentes pessoas e juntaram uma excelente equipe, por isso se alguém consegue fazer, são eles.
                    
A outra coisa que me preocupa é o que eu chamo de “efeito borboleta”. Quem conhece o conto do Ray Bradbury, sabe o que quero dizer. Na TV, vimos a morte de Mago, mas ainda vamos vê-lo nos livros – ele continua vivo. Terá de ser diferente entre o livro e a série, porque o mataram na TV. Este tipo de efeito colateral podem acontecer.Como você mantém todos esses detalhes? Existe algum tipo de enciclopédia ou arquivo de computador que você usa quando você escreve?
Tudo vem da minha cabeça. Elio Garcia [que comanda o Westeros.org] parece conhecer Westeros melhor do que eu. Começo a desejar que nunca tivesse começado a me importar tanto com a cor dos olhos dos personagens. [Nota do Editor: Este é o assunto de muitas teorias da conspiração de fãs.] E essa foi uma das primeiras coisas que colocamos na série de TV – lentes de contato roxas não ficaríam legais na frente da câmera.

[Se você só assistiu a série, ou se você ainda não leu tudo até A Dance With Dragons, você vai querer parar por aqui. Spoilers à frente.]

Eu vou falar por todos os seus leitores impacientes e perguntar: No que você está trabalhando nesses dias, além do aguardado The Winds of Winter?
A turnê do livro me tomou muito tempo. Sei que alguns escritores podem escrever na estrada, mas eu não sou um deles. Tenho cerca de 100 páginas prontas para o próximo livro, que eram páginas que eu tinha acabado [para A Dance With Dragons] e decidi empurrar. Voltarei a elas em janeiro.

Antes disso, eu preciso terminar várias outras coisas. Tenho uma nova novella Dunk e Egg que irá aparecer em uma antologia chamada Dangerous Women. Também tenho “The World of Ice and Fire”, que será um grande livro sobre a história e a genealogia de Westeros. Eu estou trabalhando nele, com Elio Garcia.

Será que tem material novo, ou você vai colocar tudo junto em um lugar?
Ela terá algumas histórias que eu não fui capaz de colocar em outro lugar.

Conforme os livros vão sendo lançados, vamos tendo mais informações sobre o que aconteceu no passado, antes do primeiro livro. É quase como se a história estivesse se movendo em duas direções, para trás e para frente no tempo.
Eu tenho revelado mais e mais sobre a Rebelião de Robert, a juventude de Robert e Ned e o que aconteceu com eles. As pessoas têm perguntado, mas eu não vou escrever um “prequel”, porque com cada livro você vai descobrindo mais e mais, o que poderia ser os eventos [atuais] vistos de uma luz diferente.

Alguns dos desdobramentos em A Dance With Dragons abriram a possibilidade de que alguns personagens podem ser capazes de influenciar os eventos que já aconteceram. Você está deixando em aberto a possibilidade de que o passado possa ser maleável?
[Longa pausa.] Não é algo que eu gostaria de dar. Posso dizer que o passado e o presente e o futuro são um continuum, e existem maneiras diferentes de se olhar para ele. O passado está sempre conosco.

A Dance With Dragons passa bastante tempo em Essos, que é um tipo de analogia à Ásia e Oriente Médio, o contrário de Westeros, que se parece muito a Europa Ocidental. Quando eu estava lendo sobre Dany, que é essa estrangeira de pele clara vinda de uma terra exótica, me lembrei de The Man Who Would Be King, filme com Sean Connery e Michael Caine que é baseado em em uma história do Rudyard Kipling. Você pensa sobre esses paralelos – o colonialismo, o “fardo/destino do homem branco” – quando você está escrevendo?

Eu já disse muitas vezes eu não gosto de alegoria mal disfarçada, mas algumas cenas se repetem ao longo do tempo. Outras pessoas disseram que isso poderia ter relação com a nossa desventuras atuais no Afeganistão e no Iraque. Estou ciente dos paralelos, mas eu não estou tentando dar uma camada de tinta sobre a Guerra do Iraque e chamá-la de fantasia.

Quando civilizações diferentes se chocam nos seus livros, ao invés de “Armas, Doenças e Aço”, talvez seja mais como Dragões, Mágica, and Aço (e também doenças).
Há magia no meu universo, mas é muito pouca em comparação com a magia de outras fantasias.

Os dragões são como a discussão nuclear, e só Dany os tem, o que de certa forma faz dela a pessoa mais poderosa do mundo. Mas isso é suficiente? Estes são os tipos de questões que eu estou tentando explorar. Os Estados Unidos agora têm a capacidade de destruir o mundo com o nosso arsenal nuclear, mas isso não significa que podemos alcançar objetivos específicos de geopolítica.

Energia é mais sutil do que isso. Você pode ter o poder de destruir, mas isso não lhe dá o poder de reformar, ou melhorar, ou construir.
Alguns de seus leitores hardcore, inclusive eu, passaram muito tempo especulando sobre quantos tipos diferentes de magia existem no seu mundo. Ou é tudo manifestação das mesmas forças sobrenaturais misteriosas?
Isso é algo que eu gosto de revelar pouco a pouco.

Posso te dizer que, geralmente quando se fala de magia e fantasia, você tem que mantêr isso mágico. Muitos escritores de fantasia fazem funcionar esses sistemas detalhados, com regras, mas eu acho que isso é um erro.

Para a magia ser eficaz no sentido literário, tem de ser desconhecido e estranho e perigoso, com forças que não podem ser previstas ou controladas. O que a torna, penso eu, muito mais interessante e sugestiva. Ela funciona como um símbolo ou metáfora à todas as forças no universo que não compreendemos.

Então, você não quer se ver explicando coisas ao nível midi-chlorian?
Se eu quisesse escrever ficção científica, eu estaria escrevendo ficção científica.

Quem são os Outros?

Os Outros ou Caminhantes Brancos são uma raça mitológica mencionada em lendas e histórias antigas do tempo dos Primeiros Homens e dos Filhos da Floresta. Acredita-se que tenham causado o caos e a guerra em Westeros antes de serem derrotados em uma grande luta e serem  expulsos de volta para o extremo norte, com a muralha não permitindo o seu retorno. Por não terem sido vistos a mais de oito mil anos, muitos acredirtam que eles sejam apenas lendas ou até mesmo que nunca existiram.

Mas os fatos tem se mostrado contrários ao que todos pensam e desde de o primeiro instate o encontro com eles se torna mortal para Sor Waymar Royce e Gared dois membros da Patrulha da noite.

Acredita-se também que o toque dos caminhantes brancos trás de novo a vida os mortos que voltam com as mãos negras e os olhos com um  azul pálido e sem vida juntamente com uma força sobrenatural.

Menina ressusitada pelos Caminhantes brancos
Menina ressusitada pelos Caminhantes brancos

Nunca a expressão “Que os outros o carreguem“ frequentemente usadas pelos habitantes de Westeros, pareceu causar tanto temor.

Quem são os Dothrakis?

Os Dothrakis saão uma raça de guerreiros nomadês qua vivem em Essos um grande continente a leste de Westeros. Eles montam a cavalo e o que se dizem sobre eles, é que nascem vivem e morrem em cima de uma cela.  Os seus cavalos são de primordial importância na sua cultura, usado para alimentação, transporte, matérias-primas, e a guerra.

Eles são guerreiros incriveis e usam como armas chicotes, arakhs (Espadas curvas) e tem grande habilidade no uso de arco e flechas mesmo em cima de seus cavalos.

Eles vivem em tribos chamadas khalasars, Cada um liderado por um chefe chamado de Khal. Khalasars são divididos em grupos, chamados khas, que são cada um liderado por um dos príncipes do Khal, chamado Khos. Quando um Khal morre, um novo Khal pode assumir o controle do khalasar ou o khas pode romper e formar novos khalasars liderados por seu ex- khos.

O mais importante do Dothakis nas Crônicas de Gelo e fogo é Khal Drogo guerreiro feroz que nunca foi derrotado em batalha e posui um Khalasar com 40 mil guerreiros  fora ás crianças, mulheres e idosos.

Khal Drogo

Khal Drogo

Game of Thrones agora em quadrinhos.

Os grandes fãns da série e de quadrinhos  ganharam um presente.

A série  terá uma versão em quadrinhos desenhadas por Mike S. Miller, que já desenhou para DC nos títulos Liga da Justiça e As aventuras do Super Homem.

Vemos na preview momentos marcantes da história como o encontro com os lobos dos Stark e a primeira aparição dos “Outros“ .

A série começa em setembro nos EUA e, após concluída, sairá em coletâneas pela Bantam Books.

De uma olhada:


 

Sor Dontos Hollard escalado

 

O ator, roteirista e comediante inglês Tony Way interpretará Sor Dontos Hollard na segunda temporada de Game Of Thrones. Tony é conhecido pelo papel na série de comédia “Tittybangbang” e nos filmes “Finding Neverland” (Em Busca da Terra do Nunca) e o cômico “Ali G Indahouse”, onde contracenou com o Charles Dance (Lorde Tywin Lannister, na série).
Sor Dontos Hollard é um cavaleiro que acaba sendo salvo por Sansa Stark (Sophie Turner) depois de dar vexame num torneio e acaba virando bobo da corte em King’s Landing. Depois, ele se oferece para ajudá-la a fugir do castelo. Um personagem relativamente importante, principalmente no segundo livro.